quarta-feira, 24 de abril de 2013

LEI N° 10.436, DE 24 DE ABRIL 2002



Brastra.gif (4376 bytes)
Presidência da República
Casa Civil  Subchefia para Assuntos Jurídicos




Regulamento
Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.
Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
Art. 2o Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.
Art. 3o As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor.
Art. 4o O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente.
Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa.
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de abril de 2002; 181o da Independência e 114o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Renato Souza
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de  25.4.2002


quinta-feira, 18 de abril de 2013

COMUNICAÇÃO - ( SURDEZ)



A comunicação é o ato ou efeito e emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem escrita e falada, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou virtual.
E os conjuntos linguísticos diferentes, com elementos determinadores internacionais diferenciados, padrões estes culturalmente fixados, supõe a possibilidade de que todos estejam, em suas ações transculturais recíprocas, orientando-se por regras e adequações. Que esforços estão sendo feitos para a compreensão da cultura internacional do surdo?
Existem surdos que conseguem aprender a falar e outros que aprender a Língua de Sinais. Estes desenvolvem a habilidade espacial no cérebro de forma mais significativa do que o outro. A possibilidade de ter um desenvolvimento mai s natural no espaço pode favorecer o processo educacional da criança surda. É uma forma de aproveitar o potencial dos surdos, pois eles estabelecem  de uma forma visual espacial, relações diretas com a imagem que o pensamento lhes permite.

“” possuir linguagem é de fundamental importância para qualquer ser humano no que se refere ao seu desenvolvimento cognitivo. Se a LIBRAS é a língua natural dos surdos (assim como o português é a língua natural dos ouvintes Brasileiros), é através dela que um surdo se desenvolve e se comunica. Precisamos, portanto, respeita-lo e, por que não?, aprende-la.


Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2013

MÃOS QUE FALAM - NOVIDADE DE APLICATIVO



Estar atento às novas tecnologias é fundamental, e à acessibilidade também, pensando nisso três brasileiros de Alagoas criou o programa “Mãos que Falam” uma ferramenta digital que traduz tudo desde imagens, textos e arquivos de audio em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), a lingua foi criada para pessoas com doença auditiva e de fala e serve como forma de comunicação.
programaO objetivo dos jovens é fazer com que a tecnologia seja acessível a qualquer pessoa, porque segundo ele, existem muitos ,surdos ou pessoas de baixa escolaridade que não tem a facilidade de acessar ou baixar um aplicativo.

Como Funciona:

O Software do programa é baixado no celular smartphones como um aplicativo, e nele ejxiste um personagem nomeado de Hugo, que traduz tudo o que há no celular para quem está lendo, desde imagens até mensagens de texto, já para a pessoa que recebe alguma mensagem do celular com o software instalado recebe normalmente tudo em português.Além disso, ele interpreta uma imagem que tenha um texto, basta fotografar a suposta imagem e o sistema le todo o conteúdo e o personagem traduz tudo em LIBRAS.
Sinais
O Aplicativo ainda está em fases de testes e poderá ser lançado a partir de Julho de 2013, mas por enquanto uma versão web está biodisponibilizada para ser baixada por quem necessita do aplicativo.A repercussão desta novidade foi tamanha que os jovens foram premiados pela ONU (Organização das Nações Unidas). Esse programa mostra que é muito importante criarmos soluções para que todos sejam respeitados com suas particularidades.
Fonte: http://www.colegioweb.com.br/noticias/maos-que-falam-aplicativo-em-libras.html

O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA PARA SURDOS

Aprender uma língua é simplesmente fascinante, não somente pelo fato de falar palavras e frases em outro idioma, mas também pelo contato com culturas que permeiam as línguas estudadas. Sempre ouvimos falar da importância de se aprender uma nova língua e dos benefícios pessoais e profissionais que ela pode trazer.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira dizem ser "indispensável que o ensino da Língua Estrangeira seja entendido e concretizado como o ensino que oferece instrumentos indispensáveis de trabalho" e que permite "um acesso mais igualitário ao mundo acadêmico, ao mundo dos negócios e ao mundo da tecnologia". Tudo isso pode parecer interessante para nossos alunos que jogam videogames, assistem a filmes, acessam a Internet, planejam uma viagem, enfim, realizam atividades como qualquer outro indivíduo. Com o início da inclusão, passamos a receber, em salas de aula convencionais, alguns alunos que não têm nessas atividades um hobby ou que não compreendem essas diferenças culturais e linguísticas. Entre os alunos inclusivos, vamos destacar um: o surdo.

Surdo é aquele que sofreu uma perda dos sentidos da audição, desde leve até profunda. Como há dificuldade de ouvir os sons, essa deficiência também afeta a fala, dependendo do grau da surdez. A maioria dos que pertencem a essa comunidade comunica-se utilizando a Libras (Língua Brasileira de Sinais), que tem sua própria gramática, sintaxe, morfologia e fonética. Alguns simplesmente se comunicam com sinais domésticos, que a própria família e amigos criam para formalizar uma conversa.

Será que é possível levar um aluno surdo a se interessar pela aprendizagem da língua inglesa? O que fazer para atrair os alunos surdos? Esses são questionamentos frequentes dos professores, que podem levar à insegurança e ao medo.

O professor precisa mudar seu método de ensino. O aluno surdo se expressa e aprende as coisas de forma diferente quando comparado aos alunos ouvintes. Nós nos acostumamos a incentivar nossos alunos a buscar a pronúncia perfeita, repetindo as palavras que ensinamos, focando em conversações. Tudo isso não faz sentido para surdos, porque eles não conhecem os sons das letras, dos fonemas e sílabas. Antes, o educador deve pensar que, em compensação à falta da audição, os alunos surdos são muito visuais. Por isso, a utilização de figuras facilita muito sua aprendizagem. O aluno vai associar a imagem da palavra escrita à imagem do objeto/palavra em questão. Esse método ajudará até mesmo o professor que não tem conhecimento sobre a língua de sinais.

Outro fator importante é a contextualização das palavras. O aluno surdo não precisa aprender somente palavras soltas. Muitos professores o fazem achando que não poderão extrair um sentido daquilo que leem. É exatamente o contrário. Alunos deficientes auditivos interessam-se muito em aprender outra língua. O professor deve aproveitar essa característica e preparar sua aula pensando, também, nesses alunos, para que eles não desanimem ou se decepcionem. Softwares educacionais são uma boa pedida. Esses alunos se sentem muito bem ao manipular um ambiente visual, no qual eles possam interagir.

No caso de alunos maiores, o professor deve tomar cuidado ao questionar sua forma de escrita. Em Libras, a ordem das palavras na frase é diferente no português e também na língua inglesa, podendo haver dificuldades em compreender a ordem dos adjetivos em relação aos substantivos. Muitos educadores acabam confundindo a deficiência auditiva com a mental. As duas não têm proximidade alguma. Por conta desse equívoco, acabam deixando de lado a prática da leitura, tanto na primeira língua quanto numa segunda. Há muitos surdos que dominam essa capacidade de leitura e escrita tão bem quanto ouvintes, bem como aqueles que já conseguiram sua graduação ou pós-graduação.


Poderíamos parar e refletir: Quem será o incluído? O aluno ou o professor? Na verdade, os dois. O aluno, por poder fazer parte de um ambiente com pessoas diferentes e podendo se sentir pertencente a ele, o que é um fato. O professor, por sua vez, por saber unir-se a dois universos ao mesmo tempo, o do ouvinte e do surdo.

Educadores precisam estar preparados para estar nesses universos simultaneamente, com atividades que atendam às necessidades de todos os seus alunos. A Língua de Sinais não é o único caminho para esse universo diferente, mas os caminhos são novos a cada dia, seja com imagens, artigos tecnológicos, brincadeiras, leituras, criando várias rotas diferentes para um mesmo objetivo: a satisfação do aluno.

Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=431725

sexta-feira, 5 de abril de 2013

IMPOSTO DE RENDA 2013


imposto-de-renda-2013

A dedução do Imposto de Renda de empresas que empregam pessoas com deficiência foi aprovada na última quarta-feira pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. O projeto acrescenta parágrafo à Lei 9.249/1995, para permitir o incentivo fiscal à pessoa jurídica que mantiver em seu quadro de empregados pessoas com deficiência em número igual ou superior a 10% do total.
No Projeto de Lei do Senado 391/2012, o autor, senador Mário Couto (PSDB-PA), argumenta que as empresas enfrentam dificuldades “quase intransponíveis” para seguir a política de cotas. De acordo com a Agência Senado, o objetivo de Couto é substituir a punição dos empresários com as constantes multas aplicadas pela fiscalização trabalhista por mecanismos de incentivo econômico que transformem a empregabilidade das pessoas com deficiência em algo lucrativo.
O projeto segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos, em decisão terminativa.
 Fonte: http://pessoascomdeficiencia.com.br/site/2013/04/05/empresa-com-pessoas-com-deficiencia-pode-pagar-menos-ir/