domingo, 24 de fevereiro de 2013

ESCOLA E A INCLUSÃO


A Escola Inclusiva busca seu espaço na Constituição Federal, de 1988, no Estatuto da Criança e do Adolescente, de 13 de julho de 1990, na Lei de Diretrizes e Bases, Lei n.º 9.394/96, na Declaração Mundial de Educação para Todos e Declaração de Salamanca, além de muitas outras leis, decretos e portarias, que garantam a todos direito à educação, colocando da importância das instituições adequarem seus espaços, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica para atender às necessidades individuais dos educandos.
As transformações e exigências do mundo atual requerem mudanças da escola, para que a mesma possa oferecer aos seus educandos qualidade de ensino a que têm direito. Assim, para que cada escola possa melhorar seu trabalho em direção a um ensino de qualidade e inclusivo, é preciso repensar e ressignificar a escola dentro do novo contexto social
Dessa forma, a Educação Inclusiva torna-se um instrumento para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, o que faz urgente identificar as causas que estão favorecendo a exclusão de grande contingente populacional sabendo-se que o princípio da equidade reconhece a diferença e a necessidade de haver condições diferenciadas para o processo educacional, tendo em vista a garantia de uma formação de qualidade para todos.
Lidamos hoje, com duas modalidades de inserção de aluno portador de necessidades educativas especiais. A primeira delas, a integração, baseia-se no princípio de normalização, e entende que a parte cabível à escola seria "abrir as portas" aos alunos com deficiência, oferecendo situações individualizadas de aprendizagem (sala especial, sala de recursos), cabendo ao aluno adaptar-se à estrutura existente.
A outra modalidade é a inclusão, que ao contrário da integração coloca na escola a responsabilidade da inserção do aluno. Ou seja, cabe à escola adaptar-se às particularidades e necessidades do aluno. A escola tem que fazer as mudanças necessárias para atender a TODOS. Enquanto a primeira não questiona o sistema escolar, deixando a responsabilidade em cima dos alunos, a segunda promove profundas discussões em torno de currículos, objetivos, práticas pedagógicas e avaliação. Na inclusão há um estímulo ao trabalho cooperativo e uma ênfase na diversidade como fator de crescimento para todo o grupo.

Referêcias
LOCATELLI, Adriana Cristine Dias, VAGULA, Edilaide, fundamentos da educação especial, São Paulo, pearson education do Brasil, 2009

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

SURDOS ENXERGAM MELHOR QUE OUVINTES ?

Discovery: Os cientistas descobriram que as retinas de pessoas que nasceram surdas, ou que perderam a audição no início da vida, desenvolvem de forma diferente - e isso significa que eles têm uma melhor visão. Pesquisadores da Universidade de Sheffield descobriram que as células nervosas da retina são distribuídas de forma diferente para aqueles que são surdos e aqueles que podem ouvir. Isso os fazem priorizar o que eles podem ver na sua visão periférica mais distante, perto de seus ouvidos. Enquanto pesquisas anteriores já haviam descoberto o vínculo entre a surdez e aumento da visão periférica, os cientistas pensavam que o córtex visual no cérebro era responsável, não as retinas. Cientistas dilataram as pupilas dos participantes e depois digitalizaram suas retinas. Eles também mediram os campos visuais de ambos os olhos, para comparar com as digitalizações da retina. Os resultados, publicados na revista PLoS ONE, mostram uma significativa correlação entre as mudanças na distribuição da retina em indivíduos surdos e o efeito que isso teve, ampliando a sua visão periférica. Co-autor do estudo, o Dr. Charlotte Codina disse: "Nossa esperança é que, como nós entendemos melhor a retina e a visão das pessoas surdas, podemos melhorar os cuidados visuais delas."


http://www.libras.com.br/curiosidades/surdos-enxergam-melhor

A INCLUSÃO COMEÇA EM CADA UM DE NÓS



 A pessoa surda tem mais dificuldades em adaptar-se ao mundo que o rodeia e à sociedade em que vive, do que uma pessoa ouvinte.

Por: Pablo Eduardo no dia 24 de julho de 1991 entrou em vigor nacionalmente a Lei 8.213 que é bastante conhecida como Lei de Cotas. Essa lei obriga as empresas terem no seu quadro de colaboradores 2% pessoas com deficiências quando o número for de 100 empregados, 3% de 201 a 500, 4% de 501 a 1000e a partir daí 5%. Se essa lei não for cumprida a empresa será multada em R$ 1.105,00 para cada funcionário não contratado. As empresas estão sendo obrigadas a admitir os deficientes e isso por um lado é ruim, por que a inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças e começa em cada um de nós. Analisando o mercado de uma forma geral muitas não estão aptas nem para fazer uma sucinta entrevista e muito menos recebê-los. Um dos fatores que mais prejudica no caso dos deficientes auditivos é a falta de conhecimento da Libras
na gestão da empresa. Isso gera uma grande barreira na comunicação entre ouvintes e surdos, é um problema muito comum hoje em dia.Porém, muito ruim! As pessoas são o ativo da empresa e uma boa comunicação em qualquer ramo de atividade empresarial ou na vida pessoal é fundamental para ter um bom relacionamento. Não adianta criar lei que obriga as empresas a fazerem algo que não tem conhecimento, o correto seria obrigar como também capacitá-las. Portanto a melhor solução para resolver esse simples problema seria apresentar um curso básico de Libras para os colaboradores que realmente tivesse interesse em aprender, posteriormente um intermediário e avançado. Isso iria melhorar os resultados, costumo sempre dizer que quando a pessoa conhece a Libras ela conhece um novo mundo sem sair do seu próprio mundo. Esteja sempre aberto para conhecer novos horizontes e expandir sua mente, aprenda e garanto que não vai se arrepender!Sou  proprietário da página libras Diária no facebook e uso esse canal para persuadir as pessoa se mostrar a importância da Libras em nossas vidas sendo surdo ou não. Utilizo informações que consigo através de minha noiva que também é deficiente auditiva como também dos nossos amigos surdos para entender melhor as diversas barreiras que são vividas pelos surdos diariamente e posteriormente tentar de alguma forma melhorá-las. 


Pablo EduardoTéc. em administração 
Cursando  superior  em  RH

COMUNICAÇÃO

Comunicar-se é uma necessidade de todo ser humano. Assim como ao redor do mundo encontram-se diferentes línguas, dialetos e culturas, há uma parte especial da população mundial que também tem seu linguajar peculiar: são os deficientes auditivos. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é uma forma de comunicação nacional utilizada para auxiliar os surdos na comunicação através de sinais.
Ao contrário do que se imagina, as Libras têm sua própria gramática e não são apenas sinais indicativos que são decifrados. Há um estudo sobre as letras, números e cursos para os interessados a aprender a língua, sejam deficientes auditivos ou não. As Libras foram classificadas como um tipo de língua justamente por passarem por todos os níveis linguísticos: morfológico, sintático, semântico e fonológico.


Fonte: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=538207476211857&set=a.353740497991890.88466.227978660568075&type=1&theater