segunda-feira, 25 de junho de 2012

GLOSSÁRIO


  • ASL(American Sign Language). Nome dado a língua de sinais norte americana.
     LSE (Língua de Sinais Espanhola)
     LSI(Língua de Sinais Italiana)
      e assim por diante
  • BILINGUISMO
     Falar duas línguas ou falar uma oral e outra sinalizada.  
  • Closed-caption
    O Closed Captions - legenda oculta foi concebida para permitir aos surdos e pessoas com dificuldades auditivas o acesso a programas, comerciais e filmes veiculados na televisão e em vídeo. A legenda oculta funciona como o áudio do programa e através dela são passadas as informações literais e não literais.
    Existem duas formas de legendagem oculta: a on-line, feita em tempo real através de estenotipia ou software de reconhecimento de voz, e a off-line, pós-produzida em programas gravados, utilizando computadores com softwares específicos.
    As diferenças entre on-line e off-line é que na primeira apenas as informações literais são descritas na legenda, e na off-line, o aproveitamento do tempo, o posicionamento das legendas e as informações não literais (ruídos, trilha sonora, indicação do falante, etc...) também são descritos na legenda.
  • CODA(Children ODeaf Adults)   Filhos de pais surdos.
  • CONADEConselho Nacional dos Direitos da Pessoa com  Deficiência -
    Anexo II  do Ministério da Justiça - bloco T - segundo andar -
    Brasília,DF  CEP 70.064-900
  • DatilologiaForma de soletrar palavras com as mãos. Muito utilizado para nome próprios, nome de pessoas, geográficos e palavras estrangeiras. No entanto, nem todos os nome de pesoas são soletrados. Frequentemente, cria-se um sinal específico para se referir a uma determinada pessoa.
    Não é universal. Paises diferentes, possuem sinais datilológicos diferentes.
  • GestunoAssim como o Esperanto, o Gestuno é uma língua gestual universal. A palavra Gestuno vem do italiano. Pronuncia-se guestuno, como na palavra Guevara.Não é considerada uma linguagem já que não possue uma gramática.Utiliza-se os sinais com a gramática de qualquer uma das línguas de sinais existentes.
    É utilizada em reuniões internacionais de surdos

    Há um livro sobre o Gestuno publicado em Inglês, em janeiro de 1975 pela "The World Federation of the Deaf ", cujo identificador é ISBN 0950418706 com 1500 sinais e 254 páginas.
  • LIBRAS
    LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) - É língua gestual dos surdos brasileiros
  • Língua de SinaisSão sinais gestuais que podem expressar letras, palavras ou frases inteiras e nos quais deve-se considerar cinco parâmetros: a localização, a forma da mão,  a orientação, os movimentos e a expressão facial.
    A língua de sinais tem sintaxe própria. Não é universal, varia de país para país. Apresentando dialetos até mesmo dentro de uma mesma cidade ou bairro.
    OBS.: É um  erro comum dizer: "linguagem de sinais". O correto é língua de sinais. Não se diz linguagem portuguesa ou linguagem alemã, mas sim língua portuguesa e língua alemã, portanto, se diz língua de sinais.
  • MorphemaUnidade mínima de significação composto por 3 quiremas: ponto de articulação (pa); configuração das mãos (cm);movimento (m).
  • PIDGIN - Português Sinalizado
     É a utilização de uma língua com a  estrutura de outra. As línguas de sinais tem a sua própria estrutura. É incorreto fazer os sinais Libras seguindo a estrutura da língua portuguesa.
  • Quirema
    Segmento mínimo sinalizado. Corresponde ao fonema das línguas faladas
  • Sign WritingExistem as escritas sonoras, como a escrita da nossa língua. Existe a escrita  táctil como o Braille e existe a escrita visual como o Sign Writing.
    O Sign Writing é mais ou menos como uma pictografia que permite registrar graficamente qualquer movimento seja de humanos, insetos ou qualquer outro animal. Criado por Valerie Sutton nos anos 70. Atualmente é  utilizado pela comunidade surda de 30 países. inclusive do Brasil, onde foi introduzido pelo dr. Antonio Carlos da Rocha, da Universidade Católica de Pelotas,RS.
    O sign writing faz parte de um sistema mais amplo, cuja subdivisão é:
     1-Dance Writing  - para registrar coreografias.
     2-Sign Writing - para registrar língua de sinais.
     3-Mime Writing - para registrar mímica e a pantomima clássica.
     4-Sports Writing - para registrar  movimentos esportivos.
     5-Science Writing - para registrar movimentos de animais, fisioterápicos, linguagem corporal e outros.
  • SIGNUNO
    Signuno e uma língua de sinais construída por uma pessoa anônima, baseada no Esperanto e Gestuno. O alfabeto contém sinais especiais e caracteres  do esperanto. A raíz básica do signuno vem do Gestuno.
  • TDD (telecommunication devices for the deaf)
    Dispositivo que transmite textos escritos por telefone.
  • URUBU-KAAPOR - LSKB
         Língua de sinais brasileira utilizada pelos índios da tribo Urubu-Kaapor, situada ao sul do estado do Maranhâo e com alto índice de surdez.
           Difere das línguas de sinais dos índios americanos, pois esta é uma língua de sinais intratribal, enquanto aquelas são intertribais.
         Há um surdo para cada 75 não surdo.
         Muitos se tornaram surdos, após febre altíssima, perdendo, assim, a habilidade para a língua falada.
  • WFDWORD FEDERATION OFTHE DEAF  - Organização internacional não governamental que representa 70 milhões de surdo. Estima que 80 por cento destes surdos vivem em paises desenvolvidos. WFD trabalha com a ONU, promovendo os direitos  da pessoa surda de acordo com os princípios e objetivos  da carta das Nações Unidas, a Declaracao  Universal dos Direitos Humanos e outras recomendações da ONU. A maior pioridade da WFD é  nos paises em desenvolvimento é o direito ao uso da LÍNGUA DE SINAIS; igualdade  de oportunidade em todas as esferas da vida, incluindo acesso a educação e informação.
     Fundada em 1951 durante encontro de surdos em Roma, tem encontros  internacionais a cada quatro anos em diferentes localidades no mundo.
    Cada país membro tem dois representantes eleitos por seus membros.
    WORLD FEDERATION OF THE DEAF
    General Secretariat
    PO BOX 65
    0041 HELSINKI FINLAND

quinta-feira, 21 de junho de 2012

UMA BREVE RETROSPECTIVA DA...

E

Dependendo da metodologia adotada as escolas podem ser um dos fatores de integração ou desintegração das comunidades surdas, ou seja, se uma escola rejeita a língua de sinais, as crianças surdas que estudam nesta escola não vão conhecer a comunidade surda de sua cidade e conseqüentemente não aprenderam uma língua de sinais ou poderão interagir com os surdos de sua cidade somente após a sua adolescência.
A partir do Congresso em Milão em 1880 a filosofia educacional começou a mudar na Europa e conseqüentemente em todo mundo. O método combinado que utilizava tanto sinais como o treinamento em língua oral foi substituído em muitas escolas pelo método oral puro, o oralismo. Os professores surdos já existentes naquela época, foram afastados e os alunos desestimulados e até proibidos de usarem as línguas de sinais de seus países, tanto dentro quanto fora da sala de aula. Era comum a prática de amarrar as mãos das crianças para impedi-las de fazer sinais. Isso aconteceu também no Brasil. Mas apesar dessas repressões as línguas de sinais continuaram sendo as línguas preferidas das Comunidades Surdas por serema formas mais natural delaas se comunicarem. Hoje as escolas aqui no Brasil que mesmo ainda sem uma proposta bilíngüe, tem se tornado fator de integração da Cultura Surda Brasileira porque as crianças, jovens e adultos se comunicam em LIBRAS e muitos professores destas escolas já sabem ou estão aprendendo esta língua com instrutores surdos. Por outro lado várias escolas em cidades ou estados que não possuem associação de surdos trabalham ainda somente com uma metodologia oralista e as crianças surdas destas escolas desenvolvem um dialeto entre elas para uma comunicação mínima, mas estas ficam totalmente excluídas da Cultura Surda Brasileira e a maioria não tem bom rendimento escolar. Devido ainda a esta metodologia oralista, há alguns surdos que rejeitando a Cultura Surda e conseqüentemente a LIBRAS só querem utilizar a língua portuguesa e há muitos surdos que embora queiram se comunicar com outros surdos em LIBRAS, devido ao fato de terem se integrado à Cultura Surda tardiamente usam não a LIBRAS mas um bimodalismo, ou seja, sinalizam e falam simultaneamente como os ouvintes quando começam a aprender alguma língua de sinais. Pelo não domínio da LIBRAS muitos surdos quando estão em uma situação (eventos acadêmicos, políticos, jurídicos, etc) que exigiria intérpretes de LIBRAS para melhor compreensão, não conseguem entender nem a língua Portuguesa nem a LIBRAS ficando marginilizados sem poder ter uma participção efetiva. Mas se ao contrário desta situação houver uma valorização desta língua nas escolas tanto professores como alunos a utilizarem em todas as circunstâncias poderá haver uma participação efetiva de surdos adultos e dos alunos. Aqui no Brasil há mais de cem anos atrás a primeira escola para surdos valorizava a LIBRAS que era utilizada pelos alunos daquela época. Este respeito À LIBRAS propiciou o surgimento da primeira pesquisa sobre esta língua, que foi publicada em um livro que através de desenhos e explicação destes, mostrava sinais mais usados pela comunidade surda do Rio de Janeiro. Este livro Iconografia dos Signaes dos Surdos-Mudos, publicado em 1875, foi feito por um ex-aluno do Instituto de Surdos-Mudos, Flausino José da Gama que ao completar dezoito anos foi contratado por essa escola para ser um repetidor, ensinando aos seus colegas em LIBRAS os conteúdos das disciplinas segundo o Relatório do Diretor Tobias Rabello Leite de 1871. Embora nos primeiros relatórios sobre as primeiras turmas deste Instituto feitos pelo diretor a partir de 1869 constem nomes de alunas em número reduzido, posteriormente durante muitos anos este instituto se tornou uma escola só para meninos e meninos livres, ou seja, que não fossem filhos de escravos ou de índios. Os então educadores consideravam que as meninas surdas por serem tranquilas e estarem submissas às famílias, não necessitavam de escola o que seria vantajoso para o governo porque não iria ter gastos para repasse de recursos financeiros na educação para elas. Com o passar dos anos outras escolas somente para crianças surdas foram surgindo. Em 1923 foi fundado o Instituto Santa Terezinha escola particular em São Paulo somente para meninas. m 1957 foi fundada a Escola de Surdos em Vitória no Espírito Santo. Mais recentemente em 1954 outra iniciativa privada com verba de outros países foi fundada a escola Concórdia, em Porto Alegre. Atualmente há muitas escolas municipais como por exemplo, a Escola Rompendo o Silêncio em Rezende no Rio de Janeiro, a Escola Municipal Ann Sullivan em São Caetano do Sul e a escola Hellen Keller em Caxias do Sul, uma escola somente para surdos que vem implementando uma proprosta bilingüe para a educação dos surdos, ou seja, aquisição da LIBRAS e aprendizado com metodologia apropriada da língua portuguesa e da língua de sinais brasileira. Como em outros países os surdos vem lutando para terem escolas para surdos porque acreditam que através de um ensino que atenda eficazmente suas necessidades língüisticas e culturais, eles poderão se integrar estar em condições de igualdade com os ouvintes quando disputarem em concurso uma vaga para universidades e empregos. Um política educacional que leve em conta a realidade e tradição dos surdos no Brasil poderá reverter o atual quadro de insatisfação em relação à qualidade da educação para surdos que prevalece nas comunidades surdas.

sábado, 16 de junho de 2012

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA DE SINAIS...


Há algumas décadas que nos Estados Unidos pesquisadores vêm desenvolvendo pesquisas sobre a língua de sinais americana (ASL) e sobre sua aquisição por crianças.
Todas essas pesquisas tem como sujeitos crianças filhas de pais surdos, portanto a aquisição da ASL se dá como primeira língua (L1) mas, além dessas pesquisas há outras que estão trabalhando também com crianças surdas filhas de pais ouvintes e com crianças ouvintes filhas de pais surdos. Outras pesquisas ainda trabalharam com crianças surdas filhas de pais ouvintes que devido ao fato de não serem expostas ao ASL desenvolvem sistemas de comunicação gestual inventados. Destas pesquisas pode-se destacar que o processo de aquisição da ASL é igual ao processo de aquisição de línguas orais-auditivas, ou seja, obedecendo a maturação da criança que vai internalizando a língua a partir do mais simples para o mais complexo, há as seguintes fases: PRIMEIRA FASE: há um período inicial que se assemelha ao balbucio das crianças ouvintes, nesta fase a criança produz sequências de gestos que fonologicamente se assemelham aos sinais, mas não são reconhecidos como tal, são somente movimentos das mãos com algumas formas.
SEGUNDA FASE- Frase de uma palavra: a criança surda começa a nomear as coisas, aprende a unir o sinal ao objeto, produzindo suas primeiras palavras. Como as crianças ouvintes que ainda não pronunciam corretamente as palavras nesta fase, as crianças surdas também fazem os sinais com erros nos parâmetros por exemplo, podem trocar a configuração das mãos ou o ponto de articulação, mas o adulto compreende que ela produziu um sinal na lingua. Nesta fase são produzidos dois tipos de sinais: a) os sinais congelados: são os mesmos sinais dos adultos, mas sem flexão de número ou concordância verbal ou aspectos. b) Apontar não-lingüítico: aos dez meses uma criança sursa pode apontar para si e para os outros. Mas os pontos para pessoas desaparacem completamente da produção surda lingüística da criança surda aos doze e dezoito meses e só reaparecem depois deste tempo, entre dois a três anos. Talves neste período haja a passagem do apontar não-lingüistico para o apontar lingüístico, ou seja, a utilização dos pronomes de maneira consciente e não simplesmente um apontar para algo.
TERCEIRA FASE- frase de duas palavras: a partir dos dois anos e meio, a criança surda começa a produzir frases de duas palavras, iniciando uma sintaxe, mas ainda as palavras são usadas sem flexão e concordância a ordem das palavras constituirá sua primeira sintaxe. A partir desta fase a criança surda começa a adquirir a morfologia de uma língua de sinais, a aquisição de subsistemas morfológicos mais complexos continua até aos 5 anos, quando também já produzirá frases gramaticais maiores e mais complexas. O primeiro subsistema mais complexo que adquire é a concordância verbal. Como se pôde observar a partir de alguns aspectos o proceso de aprendizagem de uma lingua de sinais é semelhante ao processo de aquisição de qualquer língua e quanto mais cedo uma criança surda entrar nesse processo, mais natural será. Fonte: Libras em contexto (curso básico) FENEIS

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A LUTA DA INCLUSÃO


ImageChef.com - Custom comment codes for MySpace, Hi5, Friendster and moreIncluir um aluno com qualquer tipo de necessidade educacional especial, ainda é uma luta de muitos pais e educadores por igualdade de oportunidades e respeito humano. Na maior parte das vezes, as pessoas com necessidades educacionais especiais, não importa se são cegas, surdas, cadeirantes ou outro tipo qualquer de DIFERENÇA são vistas como incapazes, pois fogem aos modelos padronizados, o que causa angústia, insatisfação e exige desacomodação, pois a diferença é vista como algo a ser corrigido, como deficiência, como o que foge à norma, como desvio, como falta, como impossibilidade, devendo, então, ser controlada. 
As pessoas com necessidades educacionais especiais são, na maior parte das vezes, comparadas com outras, geralmente rotuladas de “normais”. Ao ser feita essa comparação, já está acontecendo Exclusão!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

SURDO-CEGO


INTÉRPRETES E LÍNGUA DE SINAIS

O meio mais comum


Nascendo-se surdo, a língua materna é a de sinais. O acréscimo da perda visual restringe seu uso conhecido, visuo-espacial, para ser adaptada, tornando-se, cinestésica-espacial, ou seja, o surdocego visualiza mentalmente características de cada sinal através do movimento. Já o intérprete do surdocego que na maioria das vezes exerce também a função de guia, guia-intérprete, é um agente extremamente capacitado. É através dele que a pessoa surdocega alcança o mundo circundante. É imprescindível que o guia intérprete conheça os meios de comunicação comumente utilizados, para que possa comunicar-se eficazmente com o surdocego.
CCTV: Apoio de Leitura
O CCTV amplia a figura até sessenta vezes o seu tamanho. Com sua ajuda pode ler e escrever mesmo que a visão residual seja muito pobre.
BRAILLE:

A técnica braille consiste-se de pontos em relevo que combinados formam letras. Para escrevê-los usamos uma chapa, também chamada de reglete, e um punção. Usamos também uma brailler - máquina de escrever constituída de seis teclas. Uma característica importante da técnica braille, é que ela independe de materiais físicos como o reglete, o punção ou a brailler para ser comunicativa. Apenas devemos entender que a técnica braille constitui-se de "seis pontos não obrigatoriamente em relevo" para estabelecer uma comunicação ou seja, onde houver a possibilidade de trabalharmos "seis pontos" a técnica braille estará sendo usada e bem aceita.
TELLETHOUCH - Aparelho de Conversação
Este aparelho tem teclado de uma máquina braille e um teclado normal. O teclado braille assim como o teclado normal levantam na parte de trás do aparelho uma pequena chapa de metal, a cela braille, uma letra de cada vez. A Tellethouch constitui-se, apesar de sua idade de criação, um dos principais meios de interação do surdocego com outras pessoas. Ao interlocutor do surdocego basta saber ler. Sabendo ler precionará as teclas normais da tellethouch como se estivesse redigindo um texto escrito qualquer.
TABLITAS DE COMUNICAÇÃO

Fabricadas em plástico sólido, representam em relevo as letras e os números ordinários, assim como, caracteres do sistema braille. As letras e os números estão superpostos aos caracteres braille. O dedo da pessoa surdocega é levado de uma letra/número a outra(o) ou de um caracter à outro, estabelecendo desta forma a comunicação.
DIÁLOGOS - Fala Escrita
O diálogo inclui uma máquina braille/aparelho de escrita, uma máquina de escrever eletrônica, um gravador e uma conexão telefônica. A pessoa surdocega escreve na máquina braille. O texto é impresso no papel da máquina de escrever para a pessoa vidente ler e vice-versa. As conversas podem ser estocadas na memória do aparelho se assim for desajado. A pessoa que receber a conexão de telefone precisa do diálogos, um teletexto, uma impressora equipada com modem de um computador.
ALFABETO DACTICOLÓGICO

Cada uma das letras do alfabeto corresponde a uma determinada posição dos dedos da mão. Trata-se do alfabeto manual utilizado pelas pessoas surdas. Apenas que neste caso está adaptada à versão tátil.
LETRAS DE FORMA

Encontra aqui um método verdadeiramente simples. A única condição necessária para que funcione é que nosso interlocutor conheça as letras maiúsculas do alfabeto: As letras são feitas na palma da mão, ou em qualquer outra parte do corpo do surdocego, uma sobre a outra. O próprio dedo indicador do interloctor, ou o dedo do surdocego é usado como caneta.
TADOMA

Quando falamos em tadoma, estamos nos referindo ao método de vibração do ensino da fala. A criança que está sendo ensinada no tadoma tem que colocar uma e inicialmente às duas mãos na face da pessoa que está falando. Com bastante treino e prática a possibilidade de se comunicar através deste método tende a ser grande.
SISTEMA PICTOGRÁFICO

Os símbolos de comunicação pictóricos - Picture Communication Symbols (PCS) fazem parte de um Sistema de Comunicação Aumentativa (CAA) que se refere ao recurso, estratégias e técnicas que complementam modos de comunicação existentes ou substituem as habilidades de comunicação existentes. Em síntese, o sistema pictográfico consiste-se de símbolos, figuras, etc, que significam ações, objetos, atividades que entre outras características podem servir como símbolos comunicativos, tanto receptivamente quanto expressivamente.

Fonte: Libras a poesia com as mãos

segunda-feira, 4 de junho de 2012

VOZ EM LIBRAS


Transformando a voz em LIBRAS

A IBM apresentou um novo programa de inteligência artificial capaz de transformar a voz do usuário em sinais para comunicação com deficientes auditivos. O programa foi desenvolvido por pesquisadores de diversas universidades inglesas, com o apoio da empresa.
LIBRAS O avatar - um personagem animado digital - transforma o sons em Linguagem Britânica de Sinais. No Brasil é utilizada a Linguagem Brasileira de Sinais, ou LIBRAS. O programa é chamado Sisi - "Say It Sign It", algo como diga-o, sinalize- o. Uma de suas partes mais importantes é o módulo de reconhecimento de voz, uma tecnologia na qual a IBM tem dedicado esforços há mais uma década. É esse módulo que permite a interpretação da voz de alguém falando em tom normal, como durante uma palestra, por exemplo.
Avatar De posse das palavras em formato digital, o programa as transforma nos sinais correspondentes, animando o personagem na tela, que assume os diversos gestos de forma bastante realista. Segundo os pesquisadores, quando totalmente desenvolvido, o sistema permitirá a inicialização automática do avatar na forma de uma janela pop-up no canto da tela do computador ou da TV digital. Isso permitirá que os deficientes auditivos acompanhem virtualmente qualquer apresentação, seja em um treinamento à distância pela Internet, seja em palestras e aulas ao vivo.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010150070914

MODELOS DE TRADUÇÃO



sexta-feira, 1 de junho de 2012

GRÁFICO


CURIOSIDADE, NÃO?


  • Você já se perguntou que um surdo pode não ter mãos?
  •  Então como ele fará para se comunicar?
  •  Pois então, existe a LIBRAS com os pés,
  • Você sabia? Não? Eu também não.
  • Até achar um site maravilhoso com esta informação!!